Na Amazónia peruana, a terra conta uma história complexa: concessões florestais que se sobrepõem a territórios indígenas não titulados, zonas de amortecimento que confinam com culturas de palma, zonas de aproveitamento autorizadas adjacentes a ecossistemas frágeis. Compreender esta realidade territorial é a essência do due diligence espacial.
Camadas de Dados Fundamentais para a Análise Territorial Amazónica
- MapBiomas Peru — Classificação anual de cobertura e uso do solo a 30m, disponível no Google Earth Engine.
- GEOBOSQUES (MINAM) — Sistema oficial peruano de monitorização de perda de floresta húmida amazónica.
- SIAMAZONIA — Portal com camadas de zonamento florestal, concessões madeireiras e florestas de produção permanente.
- BDPI (MINCUL) — Base de dados de territórios de comunidades nativas, tituladas e em processo de titulação.
Metodologia de Due Diligence Espacial
- Definição da Área de Interesse (AOI) com buffer de análise de 5–25 km
- Interseção sistemática com camadas de risco: floresta primária 2020, alertas de desflorestação pós-2020, territórios indígenas, concessões ativas, ANPs e ecossistemas frágeis
- Análise de mudança temporal com séries MapBiomas ou Landsat
- Classificação de risco por zona: VERMELHO / ÂMBAR / VERDE
Como a Terralyr Automatiza o Due Diligence Espacial
A Terralyr integra todas as fontes de dados mencionadas neste artigo num fluxo de análise automatizado. O consultor carrega o polígono do AOI e obtém em minutos a matriz de interseções, os mapas de risco e a ficha técnica exportável.